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Renan Santos2026
Guia da entrevista

Entrevista com o Renan Santos (MBL) | ZR News

Programa ZR News · 50min · 4 blocos

Os principais assuntos

Temas da conversa

01Tema 01 / 04

Lei de Responsabilidade Gerencial prevê inelegibilidade para prefeitos sem desempenho

Renan defende uma Lei de Responsabilidade Gerencial para obrigar prefeitos a cumprir metas em segurança, saneamento, educação e desenvolvimento econômico. Ele critica gestores que priorizam apadrinhamento, compra de votos e eventos eleitorais em vez de melhorar os serviços públicos. Pela proposta, o prefeito que não atingir indicadores de desempenho ficaria inelegível, assim como seu partido no município por oito anos.

02Tema 02 / 04

Ciclo completo de polícia para reduzir burocracia e cobrar solução de crimes

O bloco defende o ciclo completo de polícia, no qual a mesma instituição e os mesmos policiais acompanham o caso desde a abordagem até o processo judicial. A fala contrasta esse modelo com a fragmentação brasileira entre Polícia Militar, Polícia Civil, investigação e Ministério Público, que gera burocracia e demora. A proposta inclui unificar e simplificar o processo, definir responsabilidades, estabelecer metas e combater o acúmulo de poder discricionário que pode deixar casos sem solução ou escondidos.

03Tema 03 / 04

Cartórios: menos burocracia, assinatura digital e punições mais duras

O entrevistador cita que os cartórios arrecadaram 31 bilhões de reais em 2024, e Renan descreve o setor como uma intermediação cara baseada na falta de confiança, protegida por um lobby forte em Brasília. Ele defende que a maior parte das atividades cartoriais seja substituída por blockchain e assinatura digital, mencionando também o enfrentamento ao lobby das autoescolas por Kim. A proposta é inverter o modelo brasileiro de muitas regras e punições fracas para um sistema com poucas regras e penas duras para fraudes.

04Tema 04 / 04

Terras raras, indústria de defesa e soft power na estratégia global do Brasil

A resposta defende que o Brasil transforme suas reservas de terras raras em indústria de alto valor agregado, com transferência de tecnologia, semicondutores, drones e indústria de defesa, em vez de apenas exportar concentrados. O entrevistado afirma que a preparação para um cenário internacional mais conflituoso pode aumentar a competitividade, atrair capital humano e recolocar o país no jogo. Como soft power, propõe promover marcas e o estilo de vida brasileiros e atuar como mediador entre o Ocidente e o Sul Global, evitando importar disputas de outras potências, como nos debates sobre Israel.

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