'Não podemos nos tornar aquilo que condenamos', diz Renan Santos, presidente do Partido Missão
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Missão busca novas lideranças e impõe critérios para atrair políticos
Renan afirma que o Missão pretende ampliar sua presença política principalmente formando novas lideranças, em vez de depender da migração de deputados já eleitos. O partido trabalha na formação de jovens, na construção de redes sociais e na organização de grupos estaduais e municipais, ao mesmo tempo que rejeita corruptos e oportunistas e exige uma explicação pública de quem mudar de posição. Ele também cita Kim Kataguiri como o primeiro deputado federal ligado ao partido e diz que muitos políticos da direita concordam com o Missão, mas não rompem com seus eleitores.
Missão evita prever crescimento linear e admite de 3 a 30 deputados
Renan Santos afirma que a expansão do Partido Missão não pode ser calculada de forma linear, como ocorre na política de máquina baseada em dinheiro, compra de apoio e distribuição de emendas. Segundo ele, o voto de opinião e o crescimento orgânico podem levar o partido de uma estimativa de três ou oito deputados para até 30, mas também podem não se confirmar; por isso, ele prefere manter o otimismo sem transformá-lo em previsão.
Pré-candidatura de Renan propõe guerra ao crime e reforma do Estado
Renan Santos apresenta sua pré-candidatura à Presidência como uma alternativa de ideias próprias, com propostas de guerra ao crime organizado, transformação de favelas em bairros e reorganização de municípios considerados insustentáveis. Ele afirma que não abrirá mão dos princípios do Partido Missão, critica a dependência de uma chancela de Bolsonaro e propõe uma hiperreforma para enfrentar a crise fiscal, condicionando emendas parlamentares ao corte de gastos. O plano prevê mudanças penais contra a impunidade, combate ao crime organizado em 2027 e reorganização do orçamento público a partir de 2028.
Missão avança no Sul com Marcelo Brigadeiro e foco na reconstrução familiar
Renan afirma que o Partido Missão já tem pré-candidatos no Sul, com Evandro no Rio Grande do Sul, Marcelo Brigadeiro em Santa Catarina e França no Paraná, apoiados por equipes locais e pelo programa Livro Amarelo. Ao apresentar Marcelo, ele destaca sua experiência, autodisciplina e compreensão do papel do esporte e da educação. A candidatura também é associada ao combate ao crime organizado e à reconstrução da instituição familiar, com figuras masculinas de referência para jovens vulneráveis ao crime.